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Cães e Gatos doados pelo Petfeliz

Digite o nome do seu Petfeliz  

 

 

Jelly

Finalmente Jelly encontrou segurança, sombra e água fresca, com amor em um lar definitivo!!!


 

 A melhor notícia em 2 meses, Jelly finalmente ganhou uma família, uma casa no Jardim Europa, segura e totalmente telada, sem rota de fuga, com 4 irmãos felinos e pais super compreensivos... Pensa em um final pra lá de feliz. A Cristina estava em Portugal quando recebeu nosso e-mail com o apelo da doação da Jelly, achei lindo pois imediatamente amadrinhou ela e também entrou em contato com a intenção de ser sua possível tutora. A preocupação era se a Jelly se adaptaria com os irmãos felinos. Pelo que conhecemos, acreditei que daria certo já que a Jelly tem medo de pessoas, mas nunca demonstrou agressividade alguma com outros gatinhos. Cristina disse que voltariam para o Brasil no dia seguinte e mesmo voltando de viagem cansada e com outros compromissos, Cristina veio buscar a Jelly e mesmo nossa menina sendo inexpressiva, isto não a fez mudar de ideia. Uma pessoa maravilhosa que entende que gato é um gato, com seu jeito, suas manias, seu comportamento e sua história.

Cristina entende que ela precisará de muito amor e paciência, e lá foi a Jelly, quietinha no carro, com seu cobertor e caminha de joaninha prediletos, um pouco de ração seca, sachê e petisco (tudo para que a readaptação fosse mais tranquila). Chegando no novo lar, ficou presa em um quarto para adaptação a nova casa e tempo para acalmar. Mas como eu disse a mamãe, Ela representaria apenas coisas boas e iria se soltar rapidamente, e assim foi. Se escondeu debaixo da cama, no dia seguinte já estava em cima da cama e logo recebeu o direito de de explorar o quintal e conhecer os irmãos. A adaptação foi muito mais rápida do que imaginamos, o tempo aqui ajudou ela a confiar novamente.

Cristina é uma pessoa maravilhosa, foi um anjo na vida da Jelly e na nossa provando mais uma vez que todo resgatado merece e terá um lar, mesmo que demore. Assim que Jelly se foi, pudemos resgatar mais 3 gatinhos com uns 15 dias de vida que foram abandonados. Esta é a melhor parte da nossa filantropia, promover uma vida feliz aos resgatados e uma vida com amor e gratidão a nova família. Um agradecimento especial as pessoas que nos ajudaram na missão, nestes 2 meses de tratamento, consulta, medicamentos, alimentação e etc, etc, etc. Obrigada queridas Adriana Burgueira, Ana Cristina Costa Silva, Angela Diniz, Aparecida Roseli D'assump, Claudineia De Almeira, Cristina Rappa, Daniel Gonçalves Medeiros, Denise Juliani, Ygor, Karina E Erika Quintal, Claudia Gizella, Edna Branco, Jacqueline Carvalho, Jelly Maciel, Joyce Igel, Marcos Antonio Klein, Mariana Agunzi, Marly De Oliveira Ferreira, Michel Wankenn, Renata Albanese, Silvia P.Vianna, Simone Amato, Tatiana Martins Da Silva, Thatiane Boteguim. Olha que delícia a Jelly na casa nova.
 

 

 

17/10/17 - Nossa Jelly tá linda e muito confiante!!!

 

Hoje vivenciei 3 evolução, a primeira foi jogar um ratinho e ela correu para ver o que era, primeira vez que interage assim. Segunda foi seguir meu dedo para brincar e terceira, saiu da caixa mas voltou comigo coladinha. Paciência, respeito e amor fizeram a diferença. Quando entendi que o toque era como uma agressão e parei de toca-la,, aprendeu a confiar em mim. Tá linda, doce, meiga e curiosa, uma gatinha normal!!! Estou falando com vc, com experiência em gatos e que possa promover uma vida segura e tranquila a nossa amada Jelly, adote!!! Precisamos ajudar outras Jellys que ninguém tem coragem de resgatar. Ela é um amor, doce, meiga e um pouco medrosa.

 

 

 

 

8/10/17 -  Por incrível que pareça, Jelly ainda não ganhou um lar!!! Jelly é assustada, mas não é por isso que ela deixa de merecer um lar é uma família que a ame e aceite seu jeitinho"na dela". Ela precisa de muito pouco, é independente e não exige a sua atenção, pelo contrário, agora ela precisa de paz, um lugar com segurança sem risco de fuga, e tempo para se soltar. Estou falando com vc, que ama e conhece gatos, que penalizada gostaria de ajudar a Jelly a aprender o que é ir. Não é uma gatinha para beijar, abraçar, não agora e talvez nunca. É uma gatinha que um ser iluminado deseje promover uma vida digna e feliz. Bebezinha com menos de um ano, foi abandonada recém castrada provavelmente pelo seu comportamento. Ela não gosta de ser acariciada, isto a apavora, mas as marcas do passado vão se apagando. Precisamos doa-la para poder ajudar outros tantos que ainda precisam de resgate. Está aqui há mais de 40 dias, foi vermifugar, tratada contra pulgas, passou por consulta veterinária e está saudável, os pelos crescendo rapidamente, e engordando também. Come ração muito bem, fezes e urina normais e só na caixa de areia, brinca e se solta mais à noite. Jelly conquistou o coração de poucas pessoas, rsrs mas pessoas boas e que estão fazendo a diferença. Ajudem a divulgar, vamos mudar o destino desta pequena, RUA NUNCA MAIS!!! Hoje consegui que ela comesse o comprimido capstar mais uma vez, ela ainda está se coçando então mediquei para ter certeza, mais uma vez, que não era pulgas

 

Dia de levar a Jelly ao veterinário...

 

 

Pesadelei rsrs a noite toda imaginando como seria no veterinário, como seria colocar ela no transporte, como ela ficaria com toda situação, o que poderia fazer para amenizar os traumas. Colocar no transporte foi tranquilo, ela entrou facilmente e na veterinária ela também foi um anjo, é medrosa mas não é mesmo agressiva, um amorzinho indefesa, ela é miudinha e bem frágil, uma bebezona. Chegamos na Dra. Clarisse, muito experiente e apaixonada por gatos, virou ela de ponta cabeça e ela, só quis voltar ao transporte correndo. Sem crises para nossa pequena, parece estar mais receptiva agora, como se entendesse que estamos cuidando e que não abandonamos, ficou aliviada por voltar..

Uma notícia muito boa, regada de uma tristeza, nossa princesa Jelly não está penha (graças a Deus pois tenho certeza que não seria nada fácil para ela nem para a gente), os inchaços na barriga eram por conta de algum machucado (chute, paulada, atropelamento ou soco, visivelmente sentia dor com a pupila sempre dilatada) e também por conta da privação de água, inverno sem chuva, alimentação inadequada causando gases e prisão de ventre. Estou aliviada por ela não ter que passar por isso, gravidez, parto, amamentação e depois ver os filhotes indo embora. Jelly está bem, muito magra ainda mesmo comendo muito bem, mas está ganhando peso e isto é sinal de que está bem e saudável.

A novidade que para nós e para ela é muito boa é que ela já é castrada há uns 3 meses pelo menos, mas ainda estava com os pontos da castração tadinha. O que dá uma tristeza de pensar que ela foi castrada e abandonada, já teve alguém que olhou por ela, e mesmo assim foi parar nas ruas, talvez pelo seu medo e comportamento de isolamento, mas nada que o tempo e amor não curariam, alguém desistiu dela a a abandonou... 

A pele dela foi detectada que era puro stress, imagina você ser deixada a própria sorte em um lugar que você não conhece, com todos os perigos, tristeza, angústia e insegurança que a rua promove. Quando a resgatamos ela já estava com algumas falhas de pelo que inicialmente achei que fosse por conta de briga, por estar na rua, no cio, mas infelizmente já era por conta do stress do abandono. Jelly já está castrada, está bem e saudável, a pele ainda está feia com falhas, mas os pêlos já estão na fase de crescimento, agora vai precisar de um lar, já está pronta para uma nova etapa em sua vida. Ela precisa de um lar com segurança onde as pessoas tenha paciência para esperar as feridas emocionais cicatrizarem por completo e se entregar no seu tempo.

Ela foi uma Ladie na veterinária, teve contato com outros gatos e nem fuz ela fez, parece sociável com outros gatos. Uma casa, um lar, uma família meio a milhões de pessoas. Me ajude a encontrar??? Adote, amadrinhe, compartilhe, divulgue.

 

 

Um mês depois do resgate... 

"Estou muito mais tranquila, calma, nem me mexo mais quando minha mãe temporária entra, adorei minha caminha, não me escondo mais no chão gelado atrás da máquina, estou interagindo com a mamãe, quando ela trás ração já cheiro e mostro interesse.antes ficava petrificada. Amanhã vou na Veterinária, mas estou bem, parei de arrancar os pelos, gostei do novo cafofo e prefiro, pelo.menos por enquanto, que não me acaricie. Mas vou aprender sobre o amor é aprender a amar!!! Meu nome é Jelly, é minha protetora prometeu que ainda serei muito feliz. Da minha maneira já sou, agora ADORO minha rotina aqui. Na calada da noite volto a ser criança, brinco. Estou protegida, sou amada, alimentada e respeitada. Era o tempo que precisava para relaxar. Obrigada Sandra por colocar estás pessoas que não desistem de me promover bem estar e felicidade. Ronrons Jelly."

A imagem já diz tudo, ela está encontrando a paz, tirei esta foto de pertinho... Adote amadrinhe compartilhe divulgue. Ela precisa de nossa ajuda e precisará de um lar especial.

 

 

 

6/9/2017 - Coisinha linda e doce esta Jelly, uma futura mamãe tão jovem pecado!!! Vamos mudar este destino e dos pequenos que estão a cominho. Kiko, Moleque e Jelly ainda sem lar definitivos. Adote, amadrinhe, ajude da forma que puder.

Assista ao vídeo do resgate  muito medo e desconfiança

Assista ao segundo vídeo e sua evolução lenta mas está acontecendo
 




4/9/17 - Sobre a gatinha prenha Jelly, resgatada amedrontada e assim continua.... Assista ao vídeo do resgate 

O resgate foi traumático, o medo dela morrer nas ruas ou ter seus bebês anteciparam o processo. Ela é doce, não é de rosnar, nunca atacou, não usa as unhas, não morde nem ameaça. Já consigo passar a mão nela sem a luva (a luva é o primeiro processo para entender o tipo de gato que estamos lidando), ela é doce mas muito assustada. Precisamos que ela se entregue pois assim ficará mais fácil ajudarmos no parto e no cuidado com os bebês. O que você fez no seu domingo??? Eu fiquei tentando aproximação com a Jelly e registrando tudo. Veja o medo dela 24 hs depois do resgate ainda permanece.

No mesmo horário que alimentávamos ela na rua (22 hs), ela procurou comida. Primeiro observou por uns 20 min até que criou coragem de sair da toca, isso porque fizemos silêncio absoluto, ela esperou a gente ir dormir. Aí começou o banquete, comeu ração em sachê, devorou a ração seca Premium (sempre atenta e procurando uma rota de fuga), depois tomou MUITA água, quase secou o pote, sempre atenta a qualquer barulho. Aí foi a vez de limpar o pratinho da ração em pasta Royal recover (porque apesar de barrigudinha, está muito magra, sinto todos os ossos de seu corpo, esta ração irá ajudar), sempre esperta e olhando a sua volta, muito assustada tadinha. Deve ser terrível viver com medo constante. Depois de comer muito e beber água, se espreguiçou e isto eu amei, comeu mais um pouco de ração seca, aí um longo e demorado banho, voltou para a água e bebeu bastante novamente e mais comeu ração seca. Mais tarde fez as necessidades na caixa de areia, as fezes extremamente endurecidas (falta de hidratação e prenhes). Ao que tudo indica, pacotinhos de amor estão á caminho então, peço a ajuda de todos na divulgação, na adoção e como madrinhas e padrinhos. Moleque está em lar temporário mas ainda não tem um final feliz, uma família definitiva, na torcida para que encontre logo sua casa metade. Kiko também na expectativa que logo tenhamos um final mega feliz. Então, precisamos do envolvimento e ajuda de todos!!! Os animais de rua e resgatados petfeliz também agradecem!!  Assista ao vídeo do resgate 
 

 

 

 

Gatinha Jelly agora está segura e alimentada...  Assista ao vídeo do resgate 

 

Ontem finalmente conseguimos resgatar a gatinha que foi abandonada há alguns dias atrás. A primeira vez que o Mauro há viu foi a uma semana, desde então estavamos indo todas as noites alimentá-la e tentar aproximação para que conseguíssemos tirar ela do sofrimento. Mesmo com o Moleque e o Kiko ainda sem um lares definitivos, não tinha como deixar ela naquela situação de extremo risco, em lugar onde não era notada mas também era indesejada, a beira de av. movimentada. Notamos que apesar de magrinha, está com barrigão e ao julgar o comportamento e a fome exagerada, acreditamos que esteja prenha. Aí imaginem o meu coração como ficou, só pensava que ela estava sofrendo de fome, medo e abandono neste momento tão importante de sua vida. Ela é apenas um bebê, deve ter sido o primeiro cio, por enquanto não temos certeza, espero de coração estar errada pois sua prenhes não está sendo fácil, não foi bem alimentada e passou por muito stress. Mas se tiver os bebês serão bem vindos, chegarão em um ambiente seguro e serão amados.

Não foi nada fácil pois a evolução nos dias que se seguiram foi muito pequena, tanto que ela ganhou o nome de Jelly (gelatina) porque era escorregadia, rsrsr toda vez que tentava aproximação ela fugia, e aí com muita paciência e bem devagar, voltava para comer. Foram horas assim e percebemos que apesar de detestar este tipo de abordagem para gatos, teríamos que resgatar ela á força. E foi ontem, enquanto eu a disfarçava com a ração sachê e petisco que ela adora, o Mauro (sempre meu herói corajoso kk) deu o bote e a pego por trás e imediatamente, grudou ela em seu corpo a fim de garantir que ela não fugisse e não fosse atropelada. Se fugisse jamais confiaria em nós novamente

Ela demonstrou muito medo, se debateu bastante mas não arranhou nem mordeu, apenas pavor e stress. Embora o Mauro não soubesse o que esperar, já estava preparado para levar umas mordidas ou arranhões. Rsrs Chegando aqui ela deu um baile, pulou, se debateu, derrubou as coisas e acabou fugindo para a sacada, sorte que é telada senão ele teria dado um salto para a morte.... Nossa não gosto nem de imaginar. Ficou escondida a noite toda em um banheiro, um cantinho que preparamos para ela, comeu, fez xixi no granulado, mas está apavorada. Não gostamos mesmo de resgatar desta maneira, a confiança será mais lenta e o stress, não faz bem nem para ela nem para os bebês, mas agora será amada e devagar, ganharemos sua confiança.  Assista ao vídeo do resgate 

Jelly já tem uma madrinha, que tal vc nos ajudar também afinal, quantas pessoas vc conhece que trariam ela para o apartamento tendo 2 cães em busca de lar definitivo??? Rsrs Não somos muito bom das ideias, mas pense bem, o desconforto de mudar nossa rotina com mais uma resgatada ou a preocupação de como ela está, se sumiu ou foi atropelada, apedrejada, mal tratada ou envenenada, Viver nas ruas é cruel com qualquer bichinho, ainda mais prenha. Faça parte desta história!!! Adote, amadrinhe, compartilhe, divulgue.